Trabalho, Talento, Coragem e Sucesso

Rogério Rocco

Rogério Rocco

Quem é Rogério Rocco

Único ambientalista de fato na disputa para a Câmara de Vereadores do Rio, Rogério Rocco é mestre em Direito da Cidade e já iniciou sua trajetória política militando em defesa do meio ambiente. Em 1987, liderou, com outros importantes parceiros, a fundação do Movimento de Ecologia Social – OS VERDES. Ao longo de seus 18 anos de atuação, OS VERDES disseminaram o conceito de Ecologia Social e desempenharam papel fundamental no movimento ecológico brasileiro. Na representação dos VERDES, Rogério Rocco atuou na Coordenação da APEDEMA/RJ, do Movimento Baía Viva, do Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais para o RIO-92, no Conselho Deliberativo do Fundo Nacional do Meio Ambiente – FNMA/MMA, da Rede de ONGs da Mata Atlântica, dentre outras importantes redes e conselhos políticos.

Rogério Rocco iniciou sua atuação política no Movimento Estudantil. Foi presidente do Grêmio Estudantil 1º de Maio e Vice-presidente da AMES – Associação Metropolitana de Estudantes Secundaristas. No início da década de 90, participou ativamente do Núcleo de Ecologistas do PT e trabalhou por oito anos com o então vereador Chico Alencar, na Câmara Municipal do Rio de Janeiro.

Foi representante da UNE – União Nacional de Estudantes no Conselho Estadual de Entorpecentes – CONEN/RJ (1988-1991), quando liderou mobilizações sobre a questão das drogas. Coordenou os dois Tribunais Populares da Política Nacional de Drogas (1989 e 1991) e publicou o livro O Que É Legalização das Drogas – da Coleção Primeiros Passos da Editora Brasiliense (1996). Mais tarde, fez a revisão técnica e escreveu os capítulos da edição brasileira de O Grande Livro da Cannabis, de Rowan Robinson, pela JORGE ZAHAR Editores.

Rogério participou da fundação do PV, em 1986, e, desde então, teve atuação importante na construção de políticas públicas na área ambiental. É professor de Direito Ambiental e servidor de carreira do Ministério do Meio Ambiente, tendo sua lotação atual no Instituto Chico Mendes – ICMBio/MMA. Foi Coordenador Geral do Fundo Nacional do Meio Ambiente, Coordenador Regional do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, Secretário de Meio Ambiente de Niterói e, como Superintendente do IBAMA no Rio de Janeiro, entre 2005 e 2008, liderou as maiores ações de fiscalização ambiental da história do estado: CERIÁ, ISCARIOTIS, GADO ZERO, dentre outras.

Combate à corrupção, marca de gestão

Operação CERIÁ

Operação Ceriá 1

Rogério Rocco sobrevoa de helicóptero a região de Angra dos Reis e Paraty.

Rogério Rocco estava à frente do IBAMA no Rio quando coordenou uma força-tarefa federal inédita, que mobilizou 200 homens, helicópteros, caminhões e lanchas para fiscalizar a Costa Verde fluminense. Estavam na mira dos fiscais o desmatamento, a ocupação irregular do solo, a extração ilegal de palmito, a pesca irregular, a caça de animais silvestres e o transporte de contrabando em Angra dos Reis e Paraty. Não foram poupados nem os grandes empresários. A operação aplicou multas no valor aproximado de R$ 2 milhões, embargou construções irregulares, apreendeu armas e outros apetrechos de caçadores de animais silvestres, libertou algumas espécies mantidas em cativeiro, estourou pontos de caçadores e de rebanhos de gado. Esta foi a maior ação de fiscalização da história do estado.

Operação Ceriá 3

Rogério Rocco e agentes federais em ação. A operação aplicou multas de R$ 2 milhões.

 

Operação GADO ZERO

Rogério Rocco idealizou e implementou a Operação GADO ZERO, para a retirada de gado ilegal das Unidades de Conservação federais e sua doação para programas de segurança alimentar. Na primeira delas, retirou cerca de 90 animais do Parque Nacional da Serra da Bocaina, que foram transformados em 10 Toneladas de carne para o Programa FOME ZERO, no Rio de Janeiro. Adotada pelo Ministério do Meio Ambiente, a operação foi renominada de BOI PIRATA e se transformou no maior doador nacional do FOME ZERO.

Operação EUTERPE

Realizada pela Polícia Federal e pelo IBAMA em agosto de 2006 – quando Rogério Rocco era seu superintendente no Rio, a operação afastou quase 30 servidores do IBAMA/RJ que estavam envolvidos em ilícitos ambientais que incluíam extorsão e conluio com empresários dos ramos imobiliário, comercial e industrial em troca da emissão de pareceres favoráveis para empreendimentos quase sempre construídos em áreas protegidas. Esta foi considerada a maior ação de combate à corrupção ambiental da Polícia Federal fora da Amazônia, onde ocorreram as duas fases da Operação Curupira. Ao todo, foram presos e demitidos 30 servidores envolvidos em irregularidades durante sua gestão no IBAMA/RJ, em ações realizadas em conjunto com a Polícia Federal.

Operação ISCARIOTIS

Operação Iscariotis 3

Rogério Rocco e Marina Silva comemoram  no Corcovado o sucesso da operação.

Em maio de 2007, a ação desarticulou um grupo que desviava cerca de R$ 5 milhões/ano dos recursos da cobrança de ingressos na subida do Corcovado. Coordenada pessoalmente por Rogério Rocco, a operação resultou na prisão de mais de 20 pessoas por estelionato, formação de quadrilha, corrupção ativa e lavagem de dinheiro, sendo sete policiais militares do Batalhão de Policiamento Turístico – que foram demitidos da corporação, sete vigilantes de empresas privadas, seis bilheteiros e dois empresários do setor de transportes de turistas. A partir dessa ação, que contou com a atuação do IBAMA, da Guarda Nacional de Segurança e da Polícia Federal, foi implantado novo sistema de cobrança que mais que dobrou a arrecadação do Parque Nacional da Tijuca.

Rogério Rocco é autor de duas publicações e coordenador de outras duas. Clique aqui para conhecer sua bibliografia.