Rogério Rocco defende o fortalecimento do parlamento ético e acredita que a mudança no legislativo carioca está nas mãos dos eleitores.  Rogério vai trabalhar na Câmara Municipal pelo desenvolvimento sustentável da cidade e por uma política de transporte que atenda às necessidades da população e possibilite uma Mobilidade Urbana com qualidade, conforto e segurança.

Conheça as propostas de Rogério Rocco para seu mandato na Câmara Municipal do Rio de Janeiro:

1-      Motorista é motorista: No Rio, os motoristas de ônibus estão sendo submetidos a uma excessiva responsabilidade para atender à ganância dos empresários por lucros. Além de suas funções tradicionais, agora são obrigados a cumprir a função de cobradores. Perdem os trabalhadores com o corte de uma vaga de trabalho; perdem os motoristas, porque o acúmulo de funções não significa acréscimo salarial; perdem os usuários, porque o ônibus fica muito mais tempo parado até que todos subam e paguem as passagens; perde a sociedade, porque a demora afeta o já tumultuado trânsito carioca, além de aumentar o risco de acidentes pela distração dos motoristas. Os únicos que ganham com isso são os empresários. Vou apresentar projeto de lei proibindo essa prática dos empresários de ônibus.

2-      IPTU Ecológico: Diversos municípios brasileiros já estimulam seus cidadãos a práticas mais ecológicas, concedendo descontos no IPTU para aqueles que utilizam energias de fontes alternativas, como a solar; para os que preservam áreas com significativa cobertura florestal na cidade; para os que promovem a captação de águas de chuvas; para os que separam o lixo; etc. Com isso, o Município divide com seus cidadãos as responsabilidades pelas políticas de sustentabilidade. Mas aqui no Rio, os vereadores e o prefeito preferem conceder incentivo fiscal para a TKCSA (Companhia Siderúrgica do Atlântico) aumentar em 70% a poluição na cidade ou para os empresários de ônibus aumentarem seus lucros com um péssimo serviço. Vou apresentar projeto de lei criando o IPTU Ecológico.

3-      Nossa trilha é pelos trilhos: Os atuais governos municipal e estadual acabaram com o Bonde de Santa Teresa, diminuíram o tamanho e a frequência do Metrô, deixaram as barcas à deriva e se esqueceram dos trens. Na onda dos grandes eventos, escolheram mais uma vez o ‘rodoviarismo’ como maior fundamento do transporte público e construíram novas rodovias para o BRT, transporte por ônibus. Os incentivos federais para a venda de carros promoveram um aumento de mais de 120% da frota brasileira, o que representa a inclusão de mais de 250 mil novos veículos por ano no Estado. Eu vou lutar na contramão dessas políticas. Vou defender a volta do Bonde de Santa Teresa, o Metrô 24hs (além do horário de funcionamento, é fundamental promover a melhoria das condições de transporte, como o aumento do número de trens e de vagões) e o Veículo Leve sobre Trilhos. Vou lutar por mais e melhores ciclovias, com infraestrutura de vestiários e integração delas com os principais modais de transporte. Vou lutar pela melhoria da acessibilidade, ou seja, do acesso ao transporte e aos equipamentos públicos para cadeirantes e pessoas com dificuldades de locomoção, assim como de pessoas com dificuldades visuais e outras limitações.

Metrô 24 horas   

4-      Estudo de Impacto de Vizinhança: O Rio foi, junto de São Paulo, a primeira cidade a prever a realização de processos participativos nos licenciamentos urbanísticos através da elaboração e discussão dos impactos de vizinhança nas obras potencialmente causadoras de significativos impactos urbanísticos. Porém, o município nunca exerceu essa previsão de sua Lei Orgânica, ao contrário de São Paulo. O Estudo de Impacto de Vizinhança se tornou um importante instrumento da política urbana brasileira, sendo previsto no Estatuto da Cidade. Muitas cidades já o utilizam, mas o Rio continua a desprezá-lo. Vou trabalhar para sua regulamentação e aplicação nos casos que possam interferir na qualidade de vida da Cidade.

5-      Conservação Ambiental: O grande atrativo turístico do Rio está nas suas belezas naturais: praias, florestas, lagoas e ilhas. Mas a Prefeitura negligencia há muito tempo as mais de 30 Unidades de Conservação municipais. Há denúncias de que o Parque Natural Municipal de Mendanha está dominado e sendo loteado pela milícia. Algumas unidades sequer têm chefias, fiscalização ou mesmo seu plano de manejo. A situação só não é pior porque temos unidades federais (Tijuca e Cagarras) e estaduais (Pedra Branca) no território municipal, que são razoavelmente bem cuidadas. Vou trabalhar para a implementação de uma Política Municipal de Conservação Ambiental.

6-      Defesa Animal: Os animais silvestres devem ficar na natureza! Quero trabalhar para restringir o comércio de animais silvestres na cidade, mesmo os oriundos de criadouros legalizados. Animal não é comércio! Mas quero trabalhar também para estimular as iniciativas voltadas para o acolhimento e a adoção de animais domésticos – que são uma grande população nas áreas urbanas. Vou trabalhar para o fortalecimento das políticas públicas de proteção animal, que devem oferecer serviços de esterilização, de abrigo e de apoio às iniciativas particulares nesse sentido. Há aqui também uma importante questão de saúde pública, que é o controle de zoonoses.

7 –      Resistência Cultural: O Rio é a Capital Cultural do Brasil! Aqui encontramos uma importante indústria criativa que espalha mundo afora os nossos valores, nossas culturas, nossa musicalidade, dentre outras diversas formas de expressão. Mas não podemos pensar na cultura apenas como indústria de massa, de pasteurização. Temos que dar vez e voz a todas as formas de expressão das artes, dos talentos, da memória de nosso povo. Temos que viabilizar e revitalizar espaços públicos como as Lonas Culturais, e estimular a diversidade existente na cidade através de eventos, festivais, concursos, editais para apoio financeiro. Eu quero ser um instrumento para essa luta.